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Lanternim industrial: como definir o modelo ideal para cada tipo de galpão

Escolher o modelo ideal de Lanternim industrial não é uma decisão padronizada. Cada galpão possui uma realidade operacional diferente, e essa realidade influencia diretamente o dimensionamento, o modelo, as medidas, os materiais e a forma de aplicação da solução na cobertura.

Um armazém, uma fábrica leve, uma fábrica pesada, um galpão de pintura ou uma sala de tratamento térmico não exigem a mesma resposta de ventilação natural. Cada atividade gera uma condição específica de calor, ocupação, circulação de ar e necessidade de renovação do ambiente.

Por isso, antes de definir qual Lanternim utilizar, a pergunta mais importante é:

Qual é a operação dessa edificação?

Essa resposta orienta a escolha técnica da solução. O Lanternim não deve ser visto apenas como uma abertura no telhado, mas como um sistema de ventilação natural que precisa ser dimensionado conforme o comportamento do ambiente industrial.

Neste artigo, você vai entender como o tipo de operação influencia a escolha do Lanternim industrial, quais critérios devem ser avaliados antes da especificação e por que cada galpão exige uma análise própria para alcançar uma ventilação natural mais eficiente.


O que é um Lanternim industrial?

O Lanternim industrial é um sistema de ventilação natural instalado na cobertura de galpões, fábricas, centros logísticos, armazéns e outras edificações industriais. Sua função é favorecer a exaustão natural do ar quente e contribuir para a renovação contínua do ar interno.

Na prática, ele atua como uma solução técnica para ajudar o ambiente a respirar melhor. Em vez de depender exclusivamente de sistemas mecânicos para retirar o ar aquecido ou estagnado, o Lanternim utiliza princípios físicos da ventilação natural para conduzir a saída do ar pela parte mais alta da edificação.

Esse tipo de solução é especialmente relevante em ambientes industriais com grande área construída, pé-direito elevado, máquinas em operação, circulação de pessoas, geração interna de calor e necessidade de conforto térmico.

Mas é importante diferenciar uma solução dimensionada de uma simples abertura na cobertura.

Um Lanternim industrial não é um improviso no telhado. Ele envolve modelo, medidas, materiais, acabamento, vedação, posicionamento, integração com a estrutura e avaliação da necessidade de renovação de ar.

Quando bem especificado, o Lanternim contribui para a performance operacional do ambiente. Quando escolhido sem critério técnico, pode gerar limitações, baixa eficiência, retrabalho e necessidade de correções futuras.

Por isso, a escolha do modelo ideal deve considerar a edificação como um sistema. A cobertura, a entrada de ar, o tipo de operação, a carga térmica e a taxa de renovação de ar precisam ser avaliados em conjunto.


Como funciona o Lanternim na ventilação natural?

O funcionamento do Lanternim industrial está ligado a dois fenômenos físicos principais: o efeito chaminé e o efeito Venturi.

Efeito chaminé

O efeito chaminé ocorre quando o ar aquecido no interior do galpão se torna menos denso e tende a subir. Como o Lanternim é instalado na parte superior da edificação, ele cria uma via de saída para esse ar quente, favorecendo a exaustão natural pela cobertura.

Esse processo contribui para reduzir a concentração de ar aquecido nas áreas superiores e favorecer a renovação do ambiente quando há entrada de ar adequada.

Em galpões industriais, esse movimento é importante porque o calor gerado por máquinas, processos produtivos, ocupação e radiação sobre a cobertura tende a se acumular nas áreas mais altas da edificação.

Efeito Venturi

O efeito Venturi está relacionado ao desenho do Lanternim e às dimensões de entrada e saída do ar dentro da própria solução. A geometria do equipamento favorece o aumento da velocidade do ar, criando uma zona de baixa pressão que auxilia na remoção do ar interno.

Em termos práticos, isso significa que o Lanternim não depende apenas de uma abertura. Ele precisa de desenho técnico, proporção e aplicação correta para contribuir com a movimentação do ar.

Por isso, ao definir o modelo de Lanternim industrial, é importante considerar não apenas a quantidade em metros lineares, mas também o comportamento esperado do fluxo de ar, o tipo de cobertura, a necessidade de renovação e a aplicação no conjunto da edificação.

A ventilação natural eficiente depende de equilíbrio. O Lanternim atua na exaustão, mas precisa estar integrado à entrada de ar e às características do galpão.


Qual é a operação dessa edificação?

A escolha do modelo ideal de Lanternim começa pela operação.

Essa é uma das perguntas mais importantes do processo técnico, porque a atividade realizada dentro do galpão define a necessidade de renovação de ar e influencia diretamente o dimensionamento da solução.

Um armazém, por exemplo, não possui a mesma exigência de ventilação que uma fundição. Uma fábrica leve não tem a mesma carga térmica de uma sala de tratamento térmico. Um galpão de pintura pode exigir condições diferentes de renovação quando comparado a um centro logístico.

Cada atividade exige uma resposta diferente.

Por isso, a escolha do Lanternim é uma decisão técnica.

A taxa de renovação de ar indica quantas vezes o volume de ar de um ambiente deve ser substituído em determinado intervalo. Essa referência ajuda a compreender a necessidade de ventilação natural conforme o tipo de operação.

Tipo de operaçãoTrocas de ar por hora
Armazéns6 a 10
Fábricas leves6 a 12
Galpões de pintura8 a 20
Fábricas pesadas10 a 30
Fundições15 a 60
Salas de tratamento térmico30 a 60

Fonte: Greenheck, 2002.

Esses dados mostram por que não existe um único modelo de Lanternim ideal para todos os galpões. A escolha deve considerar o tipo de atividade, o volume interno da edificação, a carga térmica, as entradas de ar disponíveis e o desempenho esperado para o ambiente.

Essa análise evita dois problemas comuns.

O primeiro é subdimensionar a solução. Nesse caso, o Lanternim pode não responder adequadamente à necessidade da operação, gerando a percepção de que a ventilação natural não funciona, quando, na verdade, o problema está no dimensionamento.

O segundo é superdimensionar sem necessidade. Isso pode aumentar o custo da solução sem que haja ganho proporcional para o ambiente.

O papel do apoio técnico é encontrar equilíbrio: entender a operação, avaliar a edificação e propor uma solução coerente com a necessidade real do galpão.


Por que cada tipo de galpão exige uma análise própria?

Cada galpão industrial possui uma combinação específica de fatores. Mesmo quando duas edificações têm áreas semelhantes, a necessidade de ventilação pode ser completamente diferente.

Isso acontece porque o desempenho do Lanternim depende de variáveis como:

  • tipo de operação;
  • volume interno do galpão;
  • pé-direito;
  • área de cobertura;
  • carga térmica interna;
  • quantidade de pessoas no ambiente;
  • presença de máquinas e equipamentos;
  • tipo de telha;
  • inclinação da cobertura;
  • espaçamento entre terças;
  • existência de entrada de ar lateral;
  • região da obra;
  • incidência solar;
  • necessidade de controle de fluxo;
  • exigências de acabamento e vedação.

Em uma fábrica pesada, por exemplo, a geração interna de calor pode exigir uma resposta de ventilação mais intensa. Em um armazém, a demanda pode estar mais ligada à renovação geral do ambiente e à redução da sensação de abafamento. Em uma sala de tratamento térmico, a exigência tende a ser ainda mais crítica, porque o processo em si pode gerar altas cargas térmicas.

Por isso, o modelo de Lanternim não deve ser definido apenas por repetição de projetos anteriores.

Copiar uma solução aplicada em outro galpão, sem avaliar as condições atuais da edificação, pode gerar uma especificação inadequada. A ventilação natural precisa responder à operação real, e não apenas ao desenho da cobertura.

Esse cuidado é especialmente importante para engenharias, construtoras e orçamentistas que precisam apresentar uma proposta tecnicamente defensável ao cliente final.

Quando a escolha é feita com critério, o Lanternim deixa de ser apenas um componente da cobertura e passa a fazer parte da inteligência operacional do ambiente.


Quais informações são necessárias para definir o modelo de Lanternim?

Para definir o modelo ideal de Lanternim industrial, algumas informações técnicas precisam ser levantadas. Quanto mais completo for o diagnóstico inicial, mais assertiva tende a ser a especificação.

Entre os principais dados necessários estão:

  • tipo de atividade realizada no galpão;
  • dimensões da edificação;
  • comprimento, largura e altura do galpão;
  • pé-direito;
  • tipo de telha;
  • inclinação da cobertura;
  • espaçamento entre terças;
  • localização da obra;
  • tipo de estrutura;
  • presença de máquinas ou processos com geração de calor;
  • necessidade de tela anti-inseto ou anti-pássaro;
  • se o projeto é obra nova ou retrofit.

Essas informações ajudam a evitar uma escolha genérica.

Para quem especifica ou orça soluções industriais, esse ponto é decisivo. Um projeto com dados incompletos tende a gerar mais dúvidas, mais revisões e maior risco de desalinhamento entre fornecedor, engenharia, obra e cliente final.

Em obras industriais, clareza técnica também é argumento comercial.

Quando a proposta explica o racional da solução, o cliente deixa de enxergar o Lanternim apenas como um item de cobertura e passa a compreender sua função dentro da performance do ambiente.

Modelo, medidas e abertura: como esses fatores influenciam a escolha?

O modelo do Lanternim define características como abertura e taxa de ar, peso por metro linear e aplicação na cobertura. Esses fatores influenciam diretamente a capacidade de exaustão, a compatibilização com a estrutura e a complexidade de instalação.

A escolha do modelo precisa considerar a necessidade de renovação de ar, mas também as limitações e condições da obra.

Altura e largura

A altura e a largura do Lanternim influenciam o comportamento do fluxo de ar e a integração com a cobertura. Modelos maiores podem ser necessários em operações com maior demanda de exaustão, mas devem ser avaliados conforme a estrutura e a viabilidade de aplicação.

Abertura

A abertura está relacionada à passagem de ar. Ela deve ser compatível com a necessidade de renovação do ambiente e com o equilíbrio entre entrada e saída de ar.

Uma abertura insuficiente pode limitar a eficiência da ventilação. Por outro lado, uma abertura dimensionada sem critério pode gerar custos desnecessários ou interferências na cobertura.

Peso por metro linear

O peso do Lanternim precisa ser considerado na compatibilização com a estrutura. Em obras novas, isso pode ser previsto desde a fase de projeto. Em retrofit, a análise precisa considerar a estrutura existente e suas condições reais.

Aplicação na cobertura

O tipo de telha, a inclinação, os arremates, a vedação e o espaçamento entre terças influenciam a escolha do modelo e a forma de instalação.

Por isso, a definição do Lanternim ideal não deve ser isolada. Ela precisa considerar o conjunto da edificação.


Materiais e acabamento: por que eles também fazem parte da decisão?

Além do modelo e das medidas, os materiais também influenciam a escolha do Lanternim industrial.

A solução pode utilizar diferentes materiais em telhas, arremates e cumeeira central, como chapas pré-pintadas, aço galvalume, alumínio e opções com policarbonato prismático ou alveolar.

A escolha do material interfere em aspectos como:

  • acabamento visual;
  • integração com a cobertura;
  • manutenção;
  • adequação ao projeto arquitetônico;
  • desempenho em diferentes condições climáticas.

Em algumas obras, o acabamento precisa acompanhar o padrão da cobertura ou exigências específicas do projeto. Pinturas em cores personalizadas ou RAL definido pelo cliente também podem fazer parte da solução.

Esse cuidado é importante porque o Lanternim não deve apenas funcionar tecnicamente. Ele também precisa se integrar à edificação.

Em galpões industriais novos, isso contribui para uma entrega mais limpa e compatível com o projeto. Em retrofit, ajuda a adequar a solução à estrutura existente, evitando intervenções que destoam do conjunto da cobertura.


Opcionais: quando telas e damper devem ser considerados?

A escolha do Lanternim industrial também pode envolver opcionais, conforme a necessidade da obra e da operação.

Entre os principais itens estão:

Tela anti-inseto

A tela anti-inseto pode ser considerada em ambientes onde existe preocupação com a entrada de pequenos insetos ou pragas. A escolha do material deve considerar a aplicação e as exigências da edificação.

Tela anti-pássaro

A tela anti-pássaro é indicada para reduzir o risco de entrada de aves pela solução de ventilação. Esse ponto é importante em galpões, centros logísticos e operações onde a presença de pássaros pode gerar problemas de higiene, segurança ou manutenção.

Esses opcionais não devem ser avaliados apenas como adicionais de custo. Em muitos casos, eles são componentes necessários para adequar o Lanternim à realidade da obra.

Por isso, ao definir o modelo ideal, é importante avaliar não só a ventilação, mas também as condições de uso, localização, clima, operação e exigências do cliente final.


Lanternim industrial e entrada de ar: por que o sistema precisa estar equilibrado?

Um ponto essencial na ventilação natural industrial é o equilíbrio entre entrada e saída de ar.

O Lanternim atua principalmente na exaustão pela cobertura, favorecendo a saída do ar aquecido. Mas, para que a renovação do ambiente aconteça com mais eficiência, também é necessário considerar a entrada de ar.

É aqui que as venezianas industriais podem atuar como solução complementar, permitindo a entrada lateral de ar de forma controlada. Enquanto o Lanternim contribui para retirar o ar quente pela parte superior, as venezianas favorecem a reposição do ar no ambiente.

Quando esse equilíbrio não é considerado, a solução pode perder desempenho. Um galpão com saída de ar bem dimensionada, mas sem entrada adequada, pode ter dificuldade para manter uma renovação eficiente.

Da mesma forma, entradas de ar mal distribuídas podem gerar zonas de baixa circulação, reduzindo o aproveitamento da ventilação natural.

Por isso, em muitos projetos, Lanternim e venezianas industriais devem ser avaliados de forma integrada.

A ventilação natural não é apenas uma soma de produtos. É um sistema que depende de posicionamento, dimensionamento, fluxo e leitura da edificação.


Obra nova ou retrofit: o que muda na escolha do Lanternim?

A definição do modelo ideal de Lanternim também muda conforme o tipo de projeto: obra nova ou retrofit.

Lanternim em obra nova

Em obras novas, o ideal é que a ventilação natural seja considerada desde as primeiras etapas do projeto. Isso permite integrar o Lanternim à concepção da cobertura, à estrutura metálica ou pré-moldada, ao layout da edificação e à estratégia de entrada e saída de ar.

Para construtoras, engenharias e orçamentistas, essa etapa é importante porque evita adaptações futuras e permite prever a solução com mais clareza no conjunto da obra.

Quando o Lanternim entra cedo no projeto, fica mais fácil compatibilizar medidas, estrutura, materiais e logística de instalação.

Lanternim em retrofit

No retrofit, o cenário é diferente. A edificação já existe, a operação pode estar em funcionamento e a cobertura possui limitações reais.

Nesses casos, a escolha do Lanternim precisa considerar a estrutura atual, as condições de instalação, possíveis interferências na rotina produtiva e a viabilidade técnica da aplicação.

O retrofit exige uma leitura mais cuidadosa do ambiente. O objetivo não é apenas instalar uma solução, mas melhorar uma estrutura existente com o menor impacto possível para a operação.

Em ambos os casos, o apoio técnico é fundamental. Mas no retrofit, ele se torna ainda mais estratégico, porque a margem para improviso costuma ser menor.


Erros comuns na escolha do Lanternim industrial

Ao definir um Lanternim industrial, alguns erros podem comprometer o desempenho da solução e gerar retrabalho no futuro.

1. Escolher o modelo apenas por preço

O preço pode ser um critério de comparação, mas não deve ser o ponto de partida da decisão. O modelo precisa responder à necessidade de ventilação da edificação.

2. Não considerar o tipo de operação

Sem entender a operação do galpão, não é possível definir adequadamente a necessidade de renovação de ar. Um armazém e uma fundição não exigem a mesma solução.

3. Ignorar a entrada de ar

O Lanternim precisa trabalhar em conjunto com a entrada de ar. Quando isso não é considerado, o sistema pode não entregar o desempenho esperado.

4. Replicar soluções de outros projetos

Copiar um modelo usado em outro galpão pode parecer prático, mas pode gerar inadequação técnica. Cada edificação possui condições próprias.

5. Deixar opcionais fora da análise

Telas de proteção, damper e acabamentos específicos podem ser fundamentais para determinadas obras. Retirar esses itens apenas para reduzir custo pode comprometer a aplicação.

6. Não avaliar a cobertura

Tipo de telha, inclinação, espaçamento entre terças e condições estruturais influenciam diretamente a escolha do modelo e a instalação.

7. Solicitar especificação com informações incompletas

Dados incompletos podem gerar propostas imprecisas, necessidade de revisão e atraso na tomada de decisão.

Evitar esses erros é essencial para garantir que o Lanternim seja definido com base em critérios técnicos, e não apenas em uma escolha genérica de produto.


Como o apoio técnico ajuda a definir o modelo ideal?

O apoio técnico é um dos elementos que mais contribuem para a escolha correta do Lanternim industrial.

Em vez de trabalhar com estimativas genéricas, a equipe técnica pode apoiar a análise da edificação, orientar o dimensionamento, desenvolver layout, avaliar materiais e indicar a melhor configuração para a realidade da obra.

Esse suporte ajuda em pontos como:

  • definição do modelo mais adequado;
  • compatibilização com a cobertura;
  • avaliação da necessidade de renovação de ar;
  • análise da entrada e saída de ar;
  • escolha de materiais e opcionais;
  • desenvolvimento de layout;
  • memória de cálculo;
  • clareza no escopo;
  • redução de retrabalho;
  • mais segurança para apresentar a proposta ao cliente final.

Para o orçamentista, esse respaldo é especialmente importante. Ele precisa defender o valor da solução, explicar por que determinado modelo foi indicado e responder dúvidas comuns do cliente, como:

“Precisa mesmo desse tamanho?”
“Não pode ser menor?”
“Por que esse modelo é o mais indicado?”
“O que está incluso nessa solução?”
“Esse sistema funciona para o meu tipo de galpão?”

Quando há base técnica, a conversa deixa de ser apenas sobre preço e passa a ser sobre desempenho, segurança de escopo e vida útil da solução.


Quando o Lanternim industrial faz sentido para galpões?

O Lanternim industrial pode fazer sentido em diferentes contextos de obra e operação, especialmente quando existe necessidade de melhorar a ventilação natural e favorecer a exaustão do ar quente pela cobertura.

Entre as aplicações mais comuns estão:

  • galpões industriais;
  • fábricas leves;
  • fábricas pesadas;
  • centros logísticos;
  • supermercados e atacarejos;
  • armazéns;
  • indústrias com geração interna de calor;
  • galpões de pintura;
  • fundições;
  • salas de tratamento térmico;
  • ampliações industriais;
  • obras novas;
  • retrofit de coberturas existentes.

Em cada caso, a solução precisa ser analisada conforme o ambiente. Não existe um único padrão aplicável a todas as edificações. O que existe é um processo técnico para entender a necessidade, calcular a renovação de ar e aplicar a solução de forma coerente.

Esse é o ponto que diferencia uma especificação técnica de uma escolha genérica.


Lanternim industrial, conforto térmico e eficiência operacional

A ventilação natural influencia diretamente a percepção do ambiente industrial. Em galpões com baixa circulação de ar, acúmulo de calor ou sensação constante de abafamento, a estrutura pode começar a impactar a rotina da operação.

O Lanternim industrial contribui para a exaustão do ar quente e para a renovação natural do ambiente. Isso pode favorecer melhores condições de conforto térmico e reduzir a dependência de soluções improvisadas, como aberturas feitas na cobertura, exaustores adicionados sem planejamento ou correções recorrentes para tentar compensar um problema estrutural.

Para a gestão industrial, esse ponto é estratégico. Um ambiente que não responde bem à operação tende a exigir mais manutenção, mais adaptações e mais energia para compensar falhas de projeto ou de infraestrutura.

Por isso, a ventilação natural deve ser vista como parte da performance operacional da fábrica.

Ela não é apenas uma solução de cobertura. É uma decisão que pode influenciar conforto, previsibilidade, eficiência e qualidade do ambiente de trabalho.


O que avaliar ao comparar fornecedores de Lanternim industrial?

Ao comparar fornecedores, o ideal é equalizar tecnicamente as propostas antes de tomar uma decisão.

Alguns critérios importantes são:

1. Escopo claro

A proposta informa exatamente o que está incluso? Fornecimento, instalação, acabamento, opcionais, layout, memória de cálculo e acompanhamento técnico estão descritos?

2. Qualidade dos materiais

Quais materiais serão utilizados? Há especificação de chapas, pintura, estrutura, policarbonato, telas e componentes?

3. Dimensionamento técnico

A proposta foi feita com base na necessidade da edificação ou apenas por estimativa linear?

4. Experiência em obras industriais

O fornecedor conhece a rotina de obras industriais, as exigências de prazos, a compatibilização com cobertura e as necessidades de construtoras, pré-moldadores e clientes finais?

5. Capacidade de personalização

A solução permite ajustes conforme a obra, a cobertura, a região ou a exigência arquitetônica?

6. Suporte antes e depois da proposta

O fornecedor oferece apoio técnico para tirar dúvidas, revisar escopo e orientar a melhor aplicação?

Esse tipo de análise ajuda a reduzir decisões baseadas apenas em preço e fortalece a segurança da proposta.


Checklist rápido para escolher o modelo ideal de Lanternim industrial

Antes de definir o modelo de Lanternim industrial para um galpão, valide:

  • Qual é a operação da edificação?
  • A taxa de renovação de ar foi considerada?
  • O modelo do Lanternim está adequado ao tipo de galpão?
  • As medidas foram compatibilizadas com a cobertura?
  • O tipo de telha foi informado?
  • O espaçamento entre terças foi considerado?
  • A entrada de ar foi avaliada?
  • Há necessidade de venezianas industriais?
  • Os opcionais necessários foram considerados?
  • A proposta diferencia fornecimento e instalação?
  • Os materiais estão especificados?
  • Há apoio técnico ou memória de cálculo?
  • O escopo está claro para comparação com outros fornecedores?
  • O projeto é obra nova ou retrofit?
  • O cliente final entende o valor técnico da solução?

Esse checklist ajuda a evitar um dos principais problemas em projetos industriais: escolher uma solução sem considerar a operação real da edificação.


FAQ: perguntas frequentes sobre Lanternim industrial

O que é Lanternim industrial?

Lanternim industrial é uma solução de ventilação natural instalada na cobertura de galpões e edificações industriais. Sua função é favorecer a saída do ar quente e contribuir para a renovação do ar interno.

Para que serve o Lanternim em galpões?

O Lanternim serve para auxiliar a exaustão natural do ar quente pela cobertura, contribuindo para a ventilação natural, a renovação do ar e o conforto térmico em ambientes industriais.

Como escolher o modelo ideal de Lanternim industrial?

A escolha depende do tipo de operação do galpão, dimensões da edificação, necessidade de renovação de ar, cobertura, entrada de ar, materiais e condições de instalação.

Como calcular a quantidade de Lanternim industrial?

A quantidade de Lanternim depende das dimensões do galpão, tipo de operação, necessidade de renovação de ar, cobertura, entrada de ar e características do ambiente. Por isso, o ideal é contar com dimensionamento técnico.

O Lanternim substitui exaustores?

Depende da necessidade da operação. O Lanternim é uma solução de ventilação natural e pode reduzir a dependência de sistemas mecânicos em determinados contextos, mas a definição correta exige análise técnica do ambiente.

O que influencia na escolha do Lanternim industrial?

Modelo, medidas, abertura, materiais, acabamento, opcionais, tipo de cobertura, entrada de ar, operação industrial e necessidade de renovação de ar são alguns dos principais fatores.

Lanternim industrial precisa de manutenção?

Por não depender de motores ou peças móveis para funcionamento, o Lanternim tende a apresentar menor demanda de manutenção quando comparado a sistemas mecânicos. Ainda assim, a durabilidade e o desempenho dependem da qualidade dos materiais, instalação e condições da obra.

Lanternim pode ser usado em retrofit?

Sim. O Lanternim pode ser aplicado em projetos de retrofit, desde que a estrutura existente seja avaliada tecnicamente. Em obras existentes, é importante considerar cobertura, interferências na operação e viabilidade de instalação.

O Lanternim precisa de venezianas industriais?

Não necessariamente em todos os casos, mas a entrada de ar precisa ser avaliada. Em muitos projetos, as venezianas industriais ajudam a equilibrar o sistema, permitindo entrada lateral de ar enquanto o Lanternim favorece a saída pela cobertura.

Qual é o melhor Lanternim para galpão industrial?

O melhor Lanternim depende da atividade realizada no galpão, dimensões da edificação, necessidade de renovação de ar, cobertura, região e exigências do projeto. Não existe um modelo único para todos os casos.


Conclusão: o modelo ideal de Lanternim depende da operação do galpão

Definir o modelo ideal de Lanternim industrial exige mais do que escolher uma solução para a cobertura.

É necessário avaliar a operação da edificação, a taxa de renovação de ar, a carga térmica, o volume interno, a entrada de ar, o tipo de telha, os materiais, os opcionais e as condições de instalação.

Essa análise é especialmente importante para construtoras, engenharias e orçamentistas que precisam apresentar propostas completas, claras e tecnicamente defensáveis ao cliente final.

Quando o Lanternim é especificado com critério, ele deixa de ser apenas um item de cobertura e passa a fazer parte da inteligência da edificação industrial.

É nesse ponto que a engenharia aplicada faz diferença: transformar uma necessidade de ventilação em uma solução dimensionada, integrada e alinhada à operação real do galpão.

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