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25

outubro

Com o fim do horário de verão, como fica a economia de energia?

 

Se houvesse horário de verão neste ano, ele começaria entre os dias 19 e 20 de outubro. Mas, desde o início do ano, em abril, o governo já havia anunciado a suspensão do adiantamento dos relógios em uma hora para o período 2019/2020.

Ou seja, os brasileiros não vão contar com aquela hora adicional de sol ao longo da estação mais quente do ano.

E, além disso, você deve estar se perguntando: com o fim do horário de verão, como fica a economia de energia? A resposta para essa pergunta você descobre neste artigo.Confira!

 

Como funciona o horário de verão?

O horário de verão é uma medida adotada em parte dos estados brasileiros, localizados nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste para a redução do consumo de energia elétrica.

Por meio do adiantamento dos relógios em uma hora, a prática visa a economia de energia ao retardar o início da noite e oferecer às pessoas essa hora adicional de exposição ao sol.

Geralmente, acontecia entre os meses de outubro e fevereiro, chegando a durar 120 dias. Na prática, às 19h do relógio, durante o horário de verão, ainda seria possível estar em contato com o sol em algumas regiões do país, por exemplo — o que diminuiria o acender das lâmpadas.

 

+Leia: Como economizar energia na empresa 

 

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Fim do horário de verão: como fica a economia de energia?

 

O adiantamento de 1 hora durante horário de verão economiza energia?

Nada melhor que os dados numéricos para as respostas. De acordo com o Ministério de Minas e Energia, o Brasil economizou mais de R$ 1,4 bilhão com o aproveitamento de uma hora de sol desde 2010. Somente em 2017, o país estimou uma redução em R$ 157 milhões nos gastos com eletricidade.

Então, de fato, existe uma queda nos índices de consumo. Porém, como se trata de uma nação, é preciso ampliar o olhar para ir além dos benefícios monetários.

 

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Por que o horário de verão foi extinto?

Foi em abril de 2019 que o governo anunciou o fim do horário de verão. As motivações para a decisão giram em torno da mudança de hábitos de consumo do brasileiro, como a troca das lâmpadas incandescentes e o deslocamento do pico de energia das 18h para o meio da tarde, por volta das 15h.

Outro ponto propulsor da extinção foi a adoção de novos sistemas de geração de energia no Brasil, como a iluminação natural, que é, inclusive, mais barata e contribui para a economia do consumo de fontes elétricas.

Com isso, a redução no consumo de energia com o horário de verão passaria a ser menos expressiva do que nos anos anteriores, quando não havia na rotina do brasileiro opções mais sustentáveis e em conta.

De acordo com o Ministério de Minas e Energia, ao colocar na balança, a medida deixou então de produzir resultados efetivos para o setor elétrico.

 

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Mesmo com o fim do horário de verão é possível aproveitar melhor a iluminação natural nesta época?

Aproveitar a iluminação natural disponível durante o dia representa reduções significativas no consumo de energia elétrica. Se no país, ao longo dos anos, os números revelaram economias expressivas, dentro do setor industrial não seria diferente.

Mesmo com o fim do horário de verão, é possível otimizar a utilização da luz solar dentro dos espaços fechados, como galpões industriais, e economizar recursos financeiros.

 

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Domus para economia de energia com fim do horário de verão.

O Grupo MB oferece diversas soluções em iluminação natural para atender aos objetivos e necessidades do negócio. São sistemas duráveis, com baixos custos de manutenção, que proporcionam grandes economias, além de poderem ser instalados em qualquer tipo de cobertura industrial.

A verdade é que com ou sem horário de verão, é sempre possível reduzir os gastos com energia elétrica. 

E você, é a favor ou contra o fim do horário de verão?

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