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22

outubro

Iluminação e segurança do trabalho: como e por que medir na sua fábrica

 

Formas naturais de iluminação e segurança do trabalho são aspectos diretamente relacionados. Inclusive, existem normas da ABNT que regulamentam a necessidade de iluminação adequada nos ambientes corporativos, como a  NR-17 e a sendo a segunda mais voltada para os projetos industriais. O foco é a manutenção da saúde e do bem-estar dos colaboradores, o que  NBR 8995/1453,também no rendimento da empresa.

Para se adequar às normas, as empresas têm investido em soluções inteligentes de iluminação, as quais favorecem a entrada da luz solar e, consequentemente, reduzem os gastos com energia elétrica. Para que você compreenda a fundo esse processo, preparamos este post que explica a importância da luz natural nas indústrias, como aproveitá-la da melhor forma e quais as soluções disponíveis no mercado. Confira!

 

Qual a importância da iluminação para a segurança do trabalho?

 

Antes de partir para a compreensão sobre a importância da iluminação para a segurança do trabalho nas fábricas, alguns elementos são fundamentais sobre o funcionamento de um sistema de iluminação. A luz natural, por exemplo, precisa ser aproveitada ao máximo para garantir a funcionalidade desse sistema, deixando o ambiente mais agradável e prevenindo desconforto visual durante as atividades.

Chamamos de luz natural toda aquela proveniente do sol, seja direta ou indiretamente – quando é refletida de alguma forma. Em outras palavras, a luz natural tem o espectro de luz completo, ou seja, compreende todas as cores visíveis ao olho humano. Justamente por isso apresenta a melhor reprodução de cores entre todas as fontes luminosas.

Quando falamos de sistemas de iluminação, além do consumo de energia, outro aspecto importante para se levar em consideração é a capacidade do sistema para iluminar o ambiente. Existem diversos fatores presentes na luz que podem ser medidos: o brilho, a iluminância ou iluminação, o fluxo luminoso e a intensidade luminosa.

Compreender o comportamento dos feixes de luz de acordo com essas características será fundamental no seu projeto de iluminação para garantir o cumprimento das normas técnicas e da segurança do trabalho dentro da sua fábrica.

 

Como medir o nível de iluminância no ambiente?

 

Para dimensionar um bom projeto de iluminação natural, é necessário saber os níveis de luminosidade presentes naquela determinada área. Isso é feito ao medir a iluminância do recinto, o lux. A partir de uma candela – que é a medida padrão de intensidade luminosa – temos o lúmen, que é o fluxo luminoso gerado por uma candela em um certo raio de alcance. A iluminação, por fim, é determinada pelos lúmens que incidem em um metro quadrado.

Pelo Sistema Internacional de Unidades, essa medida é o lux, que trata, portanto, do fluxo luminoso presente em 1m² de superfície. Para termos uma ideia melhor, vejamos os níveis de iluminância ideais determinados pela NBR 541/82, conforme o ambiente e a atividade exercida nele:

 

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Podemos notar que os ambientes que exigem uma capacidade de observação mais meticulosa requerem uma iluminação superior a 2.000 lux, enquanto ambientes onde é necessário apenas um mínimo de visibilidade, com curta permanência, trabalha-se com valores inferiores a 200 lux.

No que diz respeito à iluminação nas indústrias, deve-se buscar as condições ideais tanto no conforto visual quanto na obtenção da funcionalidade necessária para a realização adequada do trabalho. Até porque a iluminação e a segurança do trabalho são fatores determinantes no bem-estar dos colaboradores e no desempenho de suas funções.

Um bom projeto de iluminação é aquele que prioriza a proteção dos trabalhadores contra a incidência da luz solar direta e ilumina adequadamente as superfícies, além de evitar ofuscamentos e irregularidades.

 

Como manusear o luxímetro?

 

O luxímetro é a ferramenta que permite saber quantos lux estão presentes no ambiente. Essa medida orienta a projeção do sistema de iluminação natural, de modo a garantir a segurança do trabalho e o conforto dos usuários naquele ambiente. As exigências mínimas de luminosidade vão depender da atividade a ser realizada no recinto e do tempo em que as pessoas tendem a permanecer nele.

O luxímetro é um equipamento imprescindível na elaboração do projeto, pois permite verificar os níveis de iluminação presentes no local e comparar os resultados conforme as modificações que serão feitas, visando obter o máximo desempenho da solução. Para fazer uma medição precisa ao  manusear o luxímetro, considere os seguintes critérios:

  • leve em consideração a luz no ponto onde as tarefas são executadas, seja na horizontal, vertical ou em qualquer ângulo;
  • mantenha o sensor paralelo à superfície a ser medida;
  • tenha atenção ao nivelamento da fotocélula quando estiver na mão do usuário, pois pequenas alterações podem dar grandes diferenças nos resultados;
  • evite que qualquer sombra seja projetada na fotocélula, a não ser que isso caracterize as condições do posto de trabalho;
  • procure medir o ambiente sem as pessoas e também com elas, nas respectivas posições de trabalho, pois isso permite corrigir eventuais falhas de layout;
  • deixe o aparelho exposto à luz do ambiente por cerca de cinco minutos antes da primeira leitura, e evite expô-lo a fontes intensas de luz, como raios solares;
  • se a altura da superfície de trabalho não for conhecida, faça a medição a 75cm do piso.

 

Quais são os resultados alcançados na prática?

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Neste exemplo, temos as medidas de iluminação tomadas de um estabelecimento quando utilizava luzes incandescentes e após a instalação dos Domus Prismáticos Linealight do Grupo MB. O resultado obtido foi uma iluminação seis vezes maior com o uso de luz natural, o que reduziu o consumo de energia elétrica a zero durante o dia.

Esse ganho expressivo se deve à natureza do material utilizado nos domus. O policarbonato prismático garante ótimo aproveitamento da luz solar, permitindo que a iluminação natural se amplie para pontos estratégicos do local de trabalho, isto é, sem incidir diretamente sobre os colaboradores e equipamentos, unindo novamente iluminação e segurança do trabalho.

 

Como otimizar ainda mais a instalação?

 

Para tornar o sistema de iluminação natural ainda mais eficiente o Grupo MB lançou uma solução inovadora: o MB Smart. Trata-se de uma central inteligente que permite integrar os domus com LEDs dimerizáveis, equilibrando assim os níveis de luminosidade das lâmpadas internas conforme a incidência da luz natural no ambiente. Isso otimiza o uso dos recursos elétricos, reduz custos e deixa o local mais agradável.

Além de fazer a dimerização, a central do MB Smart também pode ser programada para ligar e desligar automaticamente as luminárias na fábrica, o que aumenta a vida útil dos LEDs e evita que os funcionários esqueçam as lâmpadas acesas durante ou após o expediente. Os fluxos podem ainda ser personalizados conforme o tipo de trabalho que é desempenhado em cada setor.

Assim, a energia consumida ali será somente a necessária para manter a funcionalidade das operações, o conforto visual dos funcionários e a segurança do trabalho naquele local. Vale destacar ainda que o controle da central é prático e rápido, com acesso remoto via computador, tablet ou smartphone. Tudo isso para facilitar a vida dos gestores e manter a equipe focada no que mais importa: a qualidade do serviço.

Gostou da ideia e quer investir em um sistema de iluminação natural inteligente? Fale com quem entende do assunto e garanta o custo-benefício da instalação!

 

informações técnicas de iluminação e ventilação natural. Domus, venezianas industriais e laternins

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